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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

A Rapariga na Aldeia

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Dias de Festa na Aldeia

Julho, o mês das festas anuais de muitas aldeias por esse país fora. Em Negrais, os festejos em honra de Nª Srª de Fátima são já este fim-de-semana e, creio que a tradição ainda é o que era: muros caiados, "limpezas grandes" despachadas, janelas das salas de jantar abertas de par em par, tapetes sacudidos, chão lavado, cristaleiras num brinco. Roupas engomadas, sapatos engraxados, cabelos arrumados. Leitão assado e doces na mesa não podem faltar. Arcos na principal avenida, iluminação de rua, música no largo dão cor à aldeia. Carrosséis, roulotes várias e insufláveis gigantes para entreter a malta. 

 

Posto isto, venham de lá esses dias de Festa na Aldeia! 

 

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Uma Macaca na Cidade (33)

PALAVRAS (NÃO AS LEVA O VENTO)

 

Não há dúvida que as palavras são a minha cena… Sempre gostei de ler, amo escrever e já disse a mim mesma que aos 40 faço uma tatuagem (com palavras, claro!).

Depois da roupa com frases inspiracionais, de que sou fã e a que a Cátia até já dedicou um excelente post, bateu-me forte a pancada por elementos decorativos com esta tendência. Sim, que isto é uma valente de uma tendência! Vai daí, fui às lojas Viva e Tiger e não resisti às pecinhas que podem ver nas imagens.

 

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Digam lá se uma pessoa não fica logo mais bem-disposta, pela manhã, com uma canequinha destas? Pois é claro que fica!

Fiquei com vontade de remodelar a casa toda, essa é que é essa…

Também têm destes vipes?

Contem-me tudo.

Quais as vossas tendências de decoração favoritas?

 

 

PS – CADAVRE EXQUIS

Para a Happy:

 

(…) estudar fora da aldeia representava também afastar-se de todos os seus colegas de infância, sobretudo de António, com quem mantinha uma amizade muito especial e verdadeira…

 

 

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Ainda sobre o ALIVE

Totalmente refeita da experiência NOS ALIVE (sim, só agora, preciso de alguns dias para voltar à normalidade!), é tempo de olhar para trás, tirar conclusões e essencialmente preparar-me para um próximo festival. Ora, como disse no post anterior, o meu batismo festivaleiro deu-se no NOS ALIVE. O mesmo será dizer que não fazia ideia do melhor sítio para estacionar o carro, nem da hora mais razoável para entrar (sem muitas filas), nem da mais acertada alternativa para sair do recinto. Fiz como muitos dos que lá estavam ... estacionei num centro comercial e fui de autocarro até ao passeio marítimo de Algés. Por lá, o trânsito estava bastante congestionado, quer para os autocarros, Uber, Cabify, shuttle e afins! Safaram-se as motos! A verdade é que, apesar dos difíceis acessos e de todo aquele mar de gente, parece-me que a organização esteve bem à altura do cartaz (o melhor, sempre!)

 

O mais aborrecido (chato mesmo) foram as filas. Eram verdadeiramente monumentais. Não muito demoradas mas uma pessoa perde um pouco o ânimo quando vê uma fila descomunal para ir à casa de banho, ao multibanco, à barraca dos pregos ou à do caipirão! Não foi fácil. Sofreram as pernas e os pés! O esperado num festival desta dimensão! 

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E o que eu gosto desta luz de fim de dia ♥️!  

 

E para o ano?  

Em 2018, se o cartaz me entusiasmar, tenciono ir em modo "pessoa que precisa de extravasar e de se portar um bocadinho mal porque os pais não estão a ver". Isto implica, beber Heineken à bruta (o problema é que não aprecio assim tanto cerveja, tenho um ano para resolver este senão...), fumar cigarros (ou o que me apetecer), fazer pinturas faciais (como entender), usar óculos de sol à noite, mascarar-me de unicórnio, dar um olhinho ao look das famosas que entretanto marcaram presença noutros festivais de música (isso, Coachella!), organizar uma despedida de solteira, um casamento ... sei lá, posso fazer um mundo de coisas que me distingam dos demais, ser arrojada e partilhar no Instagram tal qual uma it girl

 

 

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Look what you've done ...

... I'm a motherfuckin' starboy!

 

Uma abertura, uma atuação e um final ao nível do estatuto que The Weeknd tem conquistado nos últimos anos - grandiosos! Foi magnifico. Amei e apetecia-me que não acabasse nunca ... 

 

Estreie-me nisto dos festivais de verão ontem no NOS ALIVE. Só mesmo The Weeknd me faria passar por aquelas horas todas de filas de espera e de trânsito! (assunto para outro post). Criei elevadas expectativas pois não só tenho o hábito de ouvir as suas músicas como em 7 meses (desde que comprei os bilhetes) muita coisa me foi passando pela cabeça. Mas, ontem, depois do concerto, não me senti minimamente defraudada. Cada canção que cantava era melhor recebida do que a anterior. O público explodia a cada novo acorde, a cada "i love portugal", que  disse vezes sem conta, a cada "jump, jump, jump". E eu adorei do principio ao fim! 

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(Foto retirada do site da radio comercial)

  

O único senão é que hoje o meu corpo não reage aos estímulos. Isto porque dormir pouco mais de três horas já não é para mim! Compensa o facto de, a cada bocejo exagerado, lembrar-me da noite de ontem e tudo fica mais bonito! ☺️ Enfim, cá estou a ver se o dia passa rápido enquanto luto contra as minhas pálpebras! 

 

 

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Notícias pouco sedutoras 😁

Alunos do primeiro ciclo terão menos aulas e mais tempo para brincar 

 

Ainda assim, para o meu filho Francisco, e desconfio que para a maioria das crianças, é injusto! O rapaz continua a achar injustificável ter mais tempo de aulas do que de recreio! 😁 Perante tamanha desigualdade só lhe resta esgrimir opiniões, essencialmente comigo, e puxar pelo seu melhor português para reivindicar direitos que julga ter! Ele é assim. Acha que luta pelo bem comum! Imagino-o em grandes manifestações na Avenida😁😁! (e a mãe a levar-lhe uma sandes e um bongo!)

 

Quem desconsiderou por completo esta notícia foi a mana. Agora que vai para o segundo ciclo e está uma menina crescida, estas alterações são claramente assuntos menores! Resistiu a admitir que também gostava de uma situação idêntica para si mas os efeitos da pré-adolescência e o orgulho estão neste momento a falar mais alto! 😁

 

 

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Sugestão Saudável (63)

Post escrito pela nutricionista Liliana Janicas

 

Sopa Fria de Abacate

 

Geralmente, a bela sopa de legumes quentinha sabe bem no Inverno, no Verão há pessoas que referem dificuldade em comer sopa quente às refeições principais, então hoje aproveito para partilhar convosco uma sopa fria, fresca e leve para comer agora no Verão.

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INGREDIENTES:

- 4 abacates maduros

- 2 limas

- 1 pepino pequeno

- 1 meloa

- 1 cebola pequena

- 1 c. sobremesa sal

- Gelo qb

- 160 g salmão fumado

- 6 rabanetes

 - pimenta moída qb

- 1 c. chá azeite

 

PREPARAÇÃO:

1. Tire a casca aos abacates, corte-os em pedaços e coloque-os no copo do liquidificador ou no robot de cozinha.

2. Junte o sumo das limas e triture. Junte o pepino, previamente limpo das sementes, a meloa em cubos, a cebola picada e o sal e triture de novo, juntando água se for preciso.

3. Misture alguns cubos de gelo e leve ao frigorífico.

4. Na altura de servir, distribua pelas tigelas, colocando por cima o salmão cortado em tiras, os rabanetes laminados e pimenta.

5. Decore com o azeite em pingos.

 

Cumprimentos saudáveis,

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Liliana Janicas

Biquíni, Fato-de-Banho ou ... Burca?

Dúvidas. Muitas dúvidas na hora de escolher um fato-de-banho, um biquíni ou, o ideal para mim segundo estudos científicos, uma burca! Vendo bem as três opções, todas têm as suas vantagens e inconvenientes. Comecemos pelo biquíni. Ora, o biquíni vem provar que nem sempre "less is more" precisamente porque deixa a descoberto coisas várias pouco definidas que inquietam a Tia Maya mas, a grande vantagem é que permite bronzear mais zonas do corpo, nomeadamente a barriga! Porém, para quem vê na barriga o grande drama do seu verão, pode sempre recorrer ao discreto fato-de-banho que, como sabemos, tem essa grande capacidade de botar quase tudo, insisto, quase tudo no sítio certo ou seja, escondido! A burca é o que se sabe e o que neste caso, não se vê! Ela tapa tudo, quer sejam coisas definidas ou indefinidas. Ela trata tudo de igual forma. O grande contra é o calor que se deve sentir na praia com todo aquele manto e claro, o peso que tem em molhada! 

 

Ultrapassada esta primeira questão, foquemo-nos noutra também essencial: o preço! Não sei como é convosco mas comigo o cenário é este: o que gosto acho sempre caro; o que gosto assim-assim até é acessível mas lá no fundo é sem sal e não me favorece em nada porque, lá está, gosto assim-assim; o que me seduz poucochinho é um regalo para a minha carteira!  

  

E é isto. Coisas de férias! Nada de preocupante! 😁

 

Quanto ao que NÃO USAR na praia, nem em lado nenhum, não restam dúvidas. Espreitem 😁 

 

 

Uma Macaca na Cidade (32)

CADAVRE EXQUIS – BORA LÁ!

 

Relembro que as inscrições já fecharam e que não serão consideradas outras participações para além das que se seguem: Euzinha (Macaca), Cátia (A Rapariga na Aldeia), Happy, Chic’Ana e Charneca em Flor (poucas, mas seguramente boas!)

 

Peço às intervenientes que tentem não demorar mais de 4 dias (a contar do dia em que receberam a vossa “deixa”) a enviar a vossa participação. Obrigada.

 

Uma vez que uma palavra me parece insuficiente para dar vida ao velho adágio "quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto" e possa criar demasiada entropia num sistema que (apesar de tudo) vive dessa entropia... Deixo para a primeira participante – na realidade a segunda, na medida em que a primeira estória já está escrita aqui pela macaca – mais do que uma palavra. É uma expressão, uma ideia, um ponto de partida.

 

Fica então a “deixa”, para a Cátia (A Rapariga na Aldeia): Poucos eram os que ficavam indiferentes à menina que sorria com o coração.

 

Cátia, fico à espera da tua contribuição para este cadavre exquis até à próxima sexta-feira, por e-mail (macacagravaporcima@gmail.com). 

 

Beijos e boa(s) escrita(s) a todas.

 

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Boias para adultos

Acabei de perceber que jamais serei uma it girl no sentido de estar em constante sintonia com as modas ou com os melhores spots de verão e sunsets

 

Então não é que foi preciso comprar o jornal para ficar a saber que as boias para adultos são a mais recente febre nas redes sociais! Onde é que eu andei nestes últimos meses? Como é que ainda não tinha visto nenhuma modelo ou blogger numa boia gigante a tomar banhos de sol numa piscina portentosa de borda infinita com uma vista de cortar a respiração? 😡 Só posso concluir que ando a seguir as pessoas erradas 😁! Segundo o artigo que li, cujo título é "Instaboias", as tais it girls (Saras Sampaio e companhia) usam e abusam das boias e claro, das piscinas e publicam fotos de fazer inveja aos seus seguidores no instagram

 

Fui googlar e claro, pude apurar que as ditas boias estão por todo o lado, em diversas formas, feitios, cores e, algumas, devo dizer-vos, a preços absolutamente escandalosos! Em nada comparados aos velhinhos colchões insufláveis! 

 

Portanto, todo este mundo estava a passar-me ao lado ...  (vejam as fotos)

 

 

CompletaMENTE (2)

Todos Diferentes, Todos Diferenciados

 

Conversa de mães enquanto esperam os filhos durante um jogo de futebol: filhos, escola, filhos, escola. Invariavelmente, filhos e escola. Temas transversais, comuns a todos e supostamente ligeiros, não sendo, no entanto, ligeiros ‘at all’. Uma das mães de um amigo do meu mais velho dizia num desses encontros, que uma das professoras da escola do seu era menos popular entre os pais por trabalhar com os seus alunos em grupos, de acordo com o seu aproveitamento. Que os pais sentiam que a professora exclui e rotula.

 

Primeiro pais, antes de serem vocês a rotular a professora, por favor, conversem com ela acerca das vossas preocupações. Depois, muito embora, não conheça de todo o trabalho da profissional em questão, arrisquei pensar (e bolas, pensei mais uma vez em voz alta) que se calhar a senhora crucificada seria aquela, que muito provavelmente trabalha melhor. Espanto. Clarifiquei então, exatamente da forma que explico também o meu filho, quando este se queixa de ser tratado de forma ‘diferente’ (por mim, pela professora, pelas primas, por todos).

 

Não sei porque é que ser diferente, nunca significa ser melhor. É sempre mal interpretado, arredondado para baixo. Mas não na escola. Na escola todos são diferentes e todos gostamos disso. Incluímos, valorizamos, aprendemos com as singularidades de cada um. A bem dizer, uma escola inclusiva não colmata as diferenças, anulando a personalidade de cada um. Uma escola inclusiva diferencia para que todos os alunos, quaisquer que sejam os seus talentos ou dificuldades, se sintam integrados, motivados e capazes.

 

Isto é diferenciação pedagógica e está na lei (sim pais, é obrigatória!), mas qualquer professor competente dispensa a lei e a aplica diariamente para ajudar os alunos mais distraídos, para motivar os que terminam tudo em cinco minutos e depois só ficam a fazer disparates e para manter ocupados e interessados os alunos ditos ‘médios’. (Serão estes os grupos de que se falava? Certamente.)

 

Se todos somos diferentes, todos devemos ser diferenciados. A diferenciação pedagógica ajuda cada aluno a seguir o seu percurso de uma forma mais natural (holística, até), diminui o stress e atenua problemas de comportamento.

 

A diferenciação pedagógica não rotula, pelo contrário inclui e conclui que cada um tem o seu valor. Respeita, motiva e tem muitas formas, mas nenhuma se esconde sob o nome de discriminação.

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Vivamos então com alegria o facto de sermos todos diferentes e necessários por essa mesma diferença. Por nos completarmos.

 

Afinal, todos diferentes, todos diferenciados!

 

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Sónia Vaz

 

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